Quando falamos em Mindfulness (Atenção Plena) precisamos entender que esta não é
uma atitude puramente mecânica e racional de prestar atenção ou estar atento, mas sim, uma qualidade de presença intencional, gentil e aberta para o que surge momento a momento para o nosso crescimento interior e encontro do nosso eu, e explorar a vida .

Ala Szerman nossa Colunista e Consultora de Beleza, Saúde e Bem Estar
Usar a atenção plena no momento é entrar no estado psicológico e estado mental aonde tomamos consciência da grandeza da nossa vida. Muitas vezes perdida pelo piloto automático que nos guia e que pode trazer consequências negativas sofrimento e dor.
Mindfulness nos permite uma postura aberta de acolhimento e principalmente de presença para tudo o que vivemos, momento a momento. Quando praticamos Mindfulness, os conceitos e as atitudes; desenvolvemos um olhar de observador sobre nós mesmos. Aos poucos vamos tomando consciência sobre nossa maneira de atuar e encarar os fatos da vida. A partir deste olhar podemos realizar escolhas, trabalhar a aceitação, o acolhimento, abrindo espaço para as possibilidades de aprendizado e solução de cada experiência vivida.
Este é o inicio de encontro reconhecer a nossa humanidade compartilhada, aprendendo a acolher amorosamente os nossos limites e se abrindo com gentileza para cada experiência da nossa vida. Isto é o início de tudo.
Baseada na filosofia budhista reconhece o poder da mente, aceita que a experiência do sofrimento é Universal.
Não tem como incorporar as práticas do Mindfulness em sua vida sem modificar o seu modo de viver. Quando você abre o olhar para si, para o outro e para o mundo a partir de uma nova perspectiva, toda sua forma de se relacionar com estas questões são transformadas. Um estilo de vida Mindfuness nos permite Ser e Estar na vida com mais amorosidade, gentileza e compaixão.
Os comportamentos mais recorrentes no sofrimento secundário são: lutar contra a realidade, não aceitar os fatos, buscar o culpado para o ocorrido e antecipar o futuro com projeções negativas.

QUE TAL EXPERIMENTAR MINDFULNESS?
O que fazemos com os fatos que nos desagradam? É o que determina o peso, a duração e as consequências que os mesmos trarão para a nossa vida.
A nossa reação mediante os fatos é que vai determinar se, o ocorrido será transformado em aprendizado e crescimento ou em mágoa e adoecimento.
Em Mindfulness costumamos dizer que existem dois tipos de sofrimento:
Dor ou sofrimento primário: o que é inevitável, faz parte da natureza da vida e da nossa condição humana, não temos controle nenhum.
Sofrimento secundário: o sofrimento primário + toda a carga de julgamento, crítica, lamentação e projeções futuras negativas sobre o que vai acontecer em nossa vida por conta do ocorrido.
Algumas literaturas em Mindfulness mencionam que do nosso sofrimento total, 15% é constituído pela dor primária e 85% é constituído por sofrimento secundário.
Quando praticamos Mindfulness, nossos conceitos e nossas atitudes são outros, desenvolvemos um olhar de observador sobre nós mesmos. Aos poucos vamos tomando consciência sobre nossa maneira de atuar e encarar os fatos da vida. A partir deste olhar podemos realizar escolhas, trabalhar a aceitação, o acolhimento, abrindo espaço para as possibilidades de aprendizado e solução de cada experiência vivida.
Por isso, além todos os benefícios do Mindfulness para a nossa saúde mental e emocional, acredito que este seja o início de tudo.
Reconhecer e aceitar que a experiência do sofrimento é Universal.
Reconhecer a nossa humanidade compartilhada, aprendendo a acolher amorosamente os nossos limites e se abrindo com gentileza para cada experiência da nossa vida.
Que tal experimentar?
Be mindful…
Ala Szerman
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