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You are at :Home»Cultura»Artes Plásticas»O MUNDO DA ARTE SE ESCANDALIZOU COM ESSE SORRISO

O MUNDO DA ARTE SE ESCANDALIZOU COM ESSE SORRISO

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Élisabeth Louise Vigée-Le Brun, ou Madame Lebrun, nasceu em 1755, em Paris, na França.

Ela era envolvida com as artes desde muito jovem, mas no início seus trabalhos foram rejeitados por ser uma mulher. No entanto, ela trabalhou em um ateliê de pintor de história, fez aula de pintura a óleo e visitou as galerias importantes das cidades.

Na década de 1770, ela começou a fazer clientes e, em 1783, reivindicou um dos quatro assentos reservados para mulheres na prestigiada Academia Real de Pintura e Escultura, devido à intervenção direta da rainha Maria Antonieta.

Autorretrato com um chapéu de palha

Elisabeth Louise Vigée-Le Brun estreou seu autorretrato no prestigiado Salão de Paris, em 1787. O retrato mostra seus lábios se separando com um sorriso discreto, ninando sua filha, mostrando a doce intimidade materna. Isso chocou o Salão porque a pintura ignorou as regras sobre a representação facial.

Autorretrato com sua filha

Embora a ideia de um sorriso mostrando os dentes não fosse exatamente nova, o ato de Vigée-Le Brun foi considerado um atentado ao livro de regras da arte ocidental. Este sorriso nunca havia sido permitido antes para retratar a mãe e a criança, um dos motivos mais antigos do cânone ocidental.

Apesar das críticas que recebeu, Vigée-Le Brun rapidamente se tornou famosa, o que foi possível graças ao mundo em rápida mudança que a rodeava. Ela tinha uma habilidade para entender o novo estilo de indivíduos modernos, ganhando seu reconhecimento como pintora-chave da França do século XVIII. Aqui está uma coleção de suas melhores obras de arte:

Maria Antonieta

Retrato da condessa Maria Theresia Bucquoi, 1793

Uma senhora dobrando uma carta

Emma Hamilton

Charles-Alexandre de Calonne

Retrato da Duquesa de CaderousseFoto

Anna Ivanovna Baryatinskaya Tolstoy

Vigée Le Brun Baronne de Crussol

Vigée-Lebrun, Elisabeth

Em 1789, ela foi substituída como pintora da corte real por Alexander Kucharsky. Élisabeth foi a pintora favorita de Maria Antonieta durante uma década, mas ela também teve clientes aristocratas, atores, escritores e foi eleita membro de academias e associas de arte em dez cidades diferentes.

Exílio

Por ser muito próxima da família real, Élisabeth se viu em perigo quando a Revolução Francesa eclodiu. Em 1789, depois da prisão da família real, Élisabeth fugiu do país com sua filha, Julie. De 1789 a 1792, ela morou na Itália, depois na Áustria (1792-95), em seguida na Rússia (1795-1801), onde sua experiência ao lidar com famílias reais foi bastante útil para conseguir clientela. Em Roma, seus quadros foram muito bem recebidos e ela foi eleita para a Accademia di San Luca.

Na Rússia, esteve com vários membros da nobreza e da aristocracia, onde pintou diversos retratos, incluindo do último rei da Polônia, Stanisław August Poniatowski e membros da família de Catarina, a Grande. Apesar de o estilo francês de pintura ser grandemente apreciado na Rússia, Catarina não ficou satisfeita com o retrato de suas netas, Helena e Alexandra Pavlovna. Para agradar à monarca, ela alterou a pintura, adicionando mangas aos braços e alterando os tons de luz. O novo retrato agradou Catarina, que concordou em posar para a artista, mas ela morreu devido a um AVC antes que o quadro sequer fosse começado.

Últimos anos

Depois de uma campanha sustentada por seu ex-marido e outros membros da família para ter seu nome removido da lista de emigrantes contrarrevolucionários, Élisabeth pode retornar à França durante o reinado do imperador Napoleão Bonaparte, em 1804. Apesar de não ser mais rotulada de emigrante, seu relacionamento com o novo regime era pouco harmonioso, já que ela era apoiadora da nobreza e ex-retratista de Maria Antonieta. Bastante ativa e pintando aos 50 anos de idade, ela comprou uma casa em Louveciennes, na Île-de-France, onde lá viveu até que a casa fosse ocupada pelo rei exército da Prússia durante as Guerras Napoleônicas, em 1814.

Morte

Élisabeth-Louise Vigée-Le Brun morreu em 30 de março de 1842, em Paris, provavelmente causada por uma arteriosclerose. Seu corpo foi levado para Louveciennes, onde foi enterrado no cemitério local, próximo à sua velha casa. Em sua lápide está escrito: “Ici, enfin, je repose…” (“Aqui, finalmente, descanso…“)

Fonte parcial/tudoporemail.com.br

Club 50mais

2018-02-05
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