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MUIÉ CHEINHA, É ESSA QUE EU QUERO!

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Não vem com conversa prá boi dormir, papo de aranha, lenga-lenga ou

lero-lero. Ao ver uma gordinha, o complexo amígdala-hipocampo do sistema límbico, no seu rinencéfalo, acende um letreiro luminoso e diz: É essa que eu quero!

Todo homem deseja, lá no fundo, praticar um ato sexual com mulheres mais cheinhas e volumosas. O problema é que nem todos assumem. Mesmo porque esse desejo é inconsciente. Existe uma ideia de que seja uma fantasia anormal, algo feio ou errado. Iiihh, quando eu era moleque, sete ou oito anos, já vivia rodiano a Tula, neta da minha professora de piano, que era gordinha e bonitinha, com a carinha redondinha. Uma grafinha.

E tem a palavra “fornida”, que diz muito. Se você ouve que uma mulher é “bem fornida”, sabe que ela é cheia, roliça, carnuda, quente, à semelhança com um “forno”. Mulher gorda é como um edredon, um futon, um puff. Tem que ter uns peitos prá dar de mamar pro berçário inteiro e pra gente chafurdar o nariz, um monte de dobrinhas para você enfiar as mãos e um belo traseiro para se fazer carícias e prá pegar de jeito. É ou não é que quando chega aquela mulherona, com uma peitaria que mais parece uma prateleira, cê num fica de olho, que nem a Sofia Loren olhando de soslaio os peitos da Jane Mansfield?

Mulheres com curvas sinuosas e rechonchudas sempre foram objeto de desejo de todos os homens; são bonitas e possuem um sorriso sedutor. Exibem suas curvas voluptuosas com charme e perfeição, além de serem ternas e delicadas, bem diferentes daqueles paus de virar tripas, tipo Olivia Palito, famintas e mal humoradas, que não possuem o mesmo encanto. Nem o homem mais poderoso do mundo de sua época, o presidente Kennedy, resistiu à estonteante Marilyn Monroe. No filme “O Pecado Mora ao Lado”, ela estava arrebentando os colchetes!

Vamo cumbiná que as gorduchas têm mais saúde e são mais fáceis de engravidar. Como se doam mais na cama, e a mulher, para engravidar, tem que estar com o seu lado psicológico equilibrado e descontraído, caso contrário nada de  gravidez, a facilidade de serem mais férteis é maior. Já as anoréxicas possuem deficiência no metabolismo, no emocional e no físico. E na sostância, tamém!

Houve um tempo em que as curvas eram encaradas de frente e, definitivamente, eram sinônimos de saúde e de um matrimônio frutífero. Ser grande era estar na moda e era padrão de beleza. Retratavam-se as “femmes rondes” nas salas de estar e não somente em grandes galerias de arte; beldades poderosas, corpulentas, grandes e nuas, com uma despudorada e peculiar exuberância.

Muitas grifes fazem seus moldes sem pensar em manequins mais avantajados, ditando a moda de quem pode usar isso ou aquilo, gerando um preconceito artificial, bem ao contrário da cultura norte-americana, onde as BBWs dão o maior IBOPE. Hoje, temos as modelos Plus Size. Há um velho provérbio árabe, que diz: “Mulher tem que encher a cama, deixando o homem feliz, porque quem gosta de osso é cachorro”.

E as pin-ups dos anos 1940? Se o desenho fosse magro, nem num ia pro calendário. De jeito maneira. Quando criou a Hilda, ruiva, sorridente e gordinha, Duane Bryers acertou na mosca. E o Jabor tem razão: “mulheres do meu Brasil varonil, não deixem que se criem estereótipos!”.

Na cama, nada melhor que um mulherão prá se encostar e sentir sossego, pra deitar em cima e sentir chamego, ficar por baixo e sentir desapego. Mas cuidado, nêgo, porque teve pelego que deu uma de morcego, e foi desta para a melhor, asfixiado, devido a um ligeiro erro no cálculo do peso e do volume. Mas tudo tem risco.

Além de tudo, elas, frequentemente, cozinham divinamente, já que gostam de comer e comem paracaraca. Fala que não, véio. E tamo junto! É nóis na fita, mano!

Não adianta, porque a gente sabe que mulher gorda é que nem mortadela: redondinha, gostosa e cheirosa, cheia de gordurinhas, quem come se satisfaz, mas come escondido prá não ficar com vergonha. Já a mulher magrela é como alface: não tem gosto de nada, pra ficar comestível tem que  ter muito tempero, quem come não se satisfaz, mas todo mundo diz que adora.

Alguns mais radicais, dizem que mulher magra só serve prá palitar os dentes, que é como uma calça sem bolsos: onde o cara vai enfiar as mãos? Aos colegas que alegam gostar de magrelas, e vêm com história de que “prá mim, osso é colosso!”, eu retruco, consubstanciado por cinco milhões de anos de evolução pitecantrópico-hominídea, dizendo: “prá mim, gordura é formosura!!!” E palmas para a minha patroa!

 

Salvador Laviano Neto

slaviano.n@gmail.com

Todas as imagens são quadros do artista Colombiano Fernando Botero

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2017-07-04
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