Vamos falar de singularidade. Ser singular é ser único, cada um de
nós pode ser uma pessoa com atitudes próprias e exclusivas, criador de seu próprio jeito de ver a vida. Viver em sociedade diz de algo que agrega o conviver de cada um, por isso se faz necessário ter consciência de dois aspectos fundamentais, são eles:

– Respeito, tudo que me faz ser… pode não ser para o outro, tudo que me alegra… pode não alegrar o outro, tudo que me rege… pode não reger o outro;
– Limite, é a possibilidade do convívio entre os diferentes sem descriminação, vamos até onde o outro nos permitir.
Viver numa cultura nos possibilita trocas, a longevidade nos dará mais histórias para viver e compartilhar, nos fará entender que o respeito e o limite são os aspectos que vão possibilitar um crescimento coletivo e interligado.
A liquidez das relações da atualidade nos dão quantidade mas nos fazem perder qualidade, daí a necessidade de dosar nossas escolhas para uma vida satisfatória, pois com o aprendizado e vivência de nossas singularidades poderemos encontrar um caminho de maior gozo da vida.
Falar das diversidades sejam elas culturais, sexuais e pessoais é poder abrir novos caminhos para novos relacionamentos… estamos prontos para isso?
Fica aí uma reflexão sobre flexibilidade e solidariedade!
Albangela Machado
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